Brasil vai retirar subsídio ao diesel mais lentamente do que o da gasolina, diz ministro
Resumo de mercado por IA
O Brasil planeja uma eliminação gradual mais lenta do subsídio ao diesel do que a da gasolina para evitar choques de preços e interrupções no fornecimento, apesar do recuo do Brent em relação aos máximos da guerra. A política sinaliza amortecimento no curto prazo da demanda doméstica por diesel e do repasse para a inflação, enquanto a discussão sobre reduzir ou encerrar um imposto de 12% sobre a exportação de petróleo bruto pode alterar incentivos à exportação e fluxos regionais de petróleo bruto. O enquadramento de neutralidade fiscal e possíveis congelamentos de gastos atenuam implicações macro mais amplas.
Nível de impacto
● Médio
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O ministro do Planejamento e Orçamento disse que o governo vai levar mais tempo para retirar o subsídio ao diesel de 1,12 real por litro, para evitar choques de preço e risco de desabastecimento. Já o subsídio à gasolina, de 0,44 real por litro, será encerrado em um prazo bem mais curto e deve ser eliminado nos próximos dias. A decisão considera que o Brent caiu do pico de guerra acima de US$118 por barril para US$71,51 por barril, mas a queda ainda não foi totalmente repassada ao consumidor, segundo a Reuters. O governo também avalia reduzir ou encerrar a alíquota de 12% do imposto de exportação sobre petróleo bruto criado em março.