Açúcar recua após máximas de 1,25 ano registradas na quarta-feira
Resumo de mercado por IA
O açúcar bruto de NY e o açúcar branco de Londres recuaram mais de 1,3% a partir das máximas de 1,25 ano, à medida que a melhora nas condições das monções na Índia reduziu o risco de seca no curto prazo e desencadeou liquidação de posições compradas. Isso compensa os sinais de oferta mais apertada decorrentes da forte queda da produção no Centro-Sul do Brasil e de múltiplas projeções apontando para déficits em 2026/27–2027/28 em meio a interrupções climáticas na Índia, na UE/Reino Unido e na Tailândia. O foco muda para a evolução do clima e revisões de produção.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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● Neutro
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Os futuros de açúcar bruto em Nova York e de açúcar branco em Londres recuaram das máximas de 1,25 ano atingidas na quarta-feira, com quedas acima de 1,3%. A oferta menor no Brasil segue dando suporte, após a produção de açúcar do Centro-Sul em junho cair 26,3% na comparação anual. Ao mesmo tempo, a melhora das chuvas de monções na Índia em relação ao fim de junho reduziu temores de seca nas principais regiões canavieiras e aumentou a pressão sobre os preços. Para os próximos ciclos, projeções indicam queda de 15,6% na produção da Tailândia em 2026/27 e leve recuo de 0,7% na produção global em 2027/28 para 177 MMT.