Café arábica sobe 2,23% com temor de que terremoto na Colômbia interrompa a oferta
Resumo de mercado por IA
Os futuros de arábica dispararam com manchetes sobre risco de oferta após um terremoto de magnitude 7,4 atingir as principais regiões cafeeiras da Colômbia, somando-se ao suporte vindo do ritmo mais lento da colheita no Brasil e dos baixos estoques de arábica na ICE. Compensando isso, o USDA espera uma safra global recorde em 2026/27 e estoques finais mais altos, enquanto o robusta enfrenta pressão com a alta dos estoques na ICE e fortes exportações do Vietnã. A volatilidade no curto prazo provavelmente permanecerá elevada em todos os benchmarks de café.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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● Neutro
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Na segunda-feira, os futuros de arábica para setembro avançaram 2,23% diante da possibilidade de que um terremoto na Colômbia atrapalhe o abastecimento, enquanto os futuros de robusta na ICE recuaram 0,13%. A colheita de café no Brasil segue atrasada: na Cooxupe, o avanço era de 67,3% até 31 de julho, abaixo de 74,2% no mesmo período do ano anterior, e no país a colheita somava 64% até 15 de julho, ante 77% no ano passado e 70% na média de cinco anos. Em Minas Gerais, a chuva da semana foi de 92% da média histórica. O USDA projeta alta anual de 12% na produção global de arábica e queda de 0,7% na de robusta.