Cobre atinge recordes em Nova York com temor de tarifas de importação e setembro na COMEX fecha a US$6.7180 por libra
Resumo de mercado por IA
O cobre está registrando novas máximas, à medida que a incerteza tarifária puxa a oferta física para os EUA, ampliando o spread COMEX-LME e reforçando a escassez de curto prazo. Possíveis tarifas norte-americanas em fases sobre importações de cobre refinado já estão alterando os fluxos comerciais, enquanto interrupções no fornecimento de ácido sulfúrico ameaçam a produção via SXEW no Chile e na RDC, e a pausa da Codelco adiciona risco de queda na oferta. A alta também destaca a posição dominante da China no refino.
Nível de impacto
● Alto
Ativos afetados
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▲ Altista
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O Departamento de Comércio dos EUA perdeu o prazo de junho para recomendar se deve impor tarifas escalonadas sobre importações de cobre refinado, que poderiam começar em 15% em 2027 e subir para 30% em 2028. Os preços avançaram, com o contrato de setembro na COMEX encerrando a US$6.7180 por libra e Londres superando US$14.000 por tonelada, enquanto o diferencial entre os mercados segue acima de US$300. O ETF Global X Copper Miners (COPX) subiu 3.25% e acumula alta de 18.70% no ano. A alta também reforça a atenção sobre a oferta, em um cenário no qual a China controla cerca de 60% da capacidade global de fundição e refino.