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Falha em carteiras Coldcard pode elevar perdas para 2.055 BTC, estimadas em US$ 130 milhões
A Galaxy Research afirmou que uma vulnerabilidade nas carteiras de hardware Coldcard pode ter permitido o roubo de cerca de 2.055 bitcoins, estimados em aproximadamente US$ 130 milhões. Até agora, foram identificados 1.596 BTC subtraídos de cerca de 7.300 endereços, em três ondas de ataque confirmadas e mais 14 incidentes menores. A falha afeta o processo de geração da frase de recuperação em modelos Coinkite Coldcard Mk3, Mk4, Mk5 e Coldcard Q. A apuração segue em andamento, e uma quarta onda de ataques ainda precisa ser confirmada.
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Fundador da Stacks propõe fundo em Bitcoin para recomprar direitos de vítimas do hack da Coldcard
O fundador da Stacks, Muneeb Ali, propôs criar um fundo em Bitcoin para comprar os direitos de reivindicação de usuários afetados pelo hack da carteira de hardware Coldcard. A iniciativa buscaria permitir que as vítimas recuperem o valor perdido imediatamente, enquanto o fundo ficaria com direitos sobre eventuais bitcoins recuperados. A exploração de uma vulnerabilidade nos dispositivos da Coinkite teria levado ao roubo de pelo menos 1.596 BTC de cerca de 7.300 endereços, e a perda total pode chegar a 2.000 BTC, segundo a Galaxy Research.
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Duas carteiras com 5,14M e 4,85M de stcUSD operam em loop alavancado na Aave com health factor perto de 1,03 em 2026-07-05
Em 2026-07-05, duas carteiras de stcUSD, com cerca de 5,14M e 4,85M de stcUSD, operavam loops altamente alavancados no protocolo Aave com health factor em torno de 1,03, no limite de liquidação. O texto ressalta que abaixo de 1,05 a posição entra em uma faixa de risco elevada, na qual pequenas altas de juros ou um soft depeg de stablecoin de 1–2% podem acionar liquidação automática. O episódio expõe a fragilidade dessas estratégias de alavancagem no ecossistema da Aave, que dependem de forma crítica do colateral, das oscilações de taxa e da estabilidade do lastro das stablecoins.
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Rússia proíbe mineração de bitcoin em Moscou de 15 de agosto de 2026 a 2032 por pressão na rede elétrica
O governo russo determinou que a mineração de bitcoin será proibida em Moscou e áreas do entorno de 15 de agosto de 2026 até 2032. A medida foi atribuída à pressão sobre a rede elétrica local: apenas Moscou consumiria cerca de 1 gigawatt com a atividade. Dados do Hashrate Index indicam que a Rússia responde por cerca de 16,9% do hashrate global de bitcoin e que o hashrate mundial já vinha caindo por dois trimestres consecutivos até o 2º trimestre de 2026, com recuo acumulado de aproximadamente 12%.
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Lançamentos de 340,000 tokens empurram a Uniswap para o centro da descoberta de preços
Até 20 de julho de 2026, o ecossistema da Uniswap registrou mais de 66,000 novos tokens lançados, com volume acumulado de cerca de $380M; o texto também cita um total de 340,000 lançamentos. O movimento reforça o papel da Uniswap como infraestrutura central de emissão e descoberta de preços no ambiente on-chain. Ao mesmo tempo, a onda vem acompanhada de alta taxa de fracasso, riscos de contratos inteligentes, arbitragem de MEV e liquidez baixa. O artigo atribui o fenômeno à expansão do ecossistema da Uniswap, sem apontar outras blockchains ou exchanges centralizadas como protagonistas.
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Flare amplia cofre de US$ 280 milhões de RLUSD da Sentora no Morpho e habilita FXRP como colateral no Ethereum
A Flare Network ampliou o cofre de US$ 280 milhões de RLUSD da Sentora no Morpho e passou a permitir o uso de FXRP, um ativo atrelado ao XRP, como garantia para tomar RLUSD emprestado no Ethereum. Com isso, detentores de XRP podem acessar RLUSD sem vender sua exposição ao token. A mudança permite manter a posição em XRP enquanto libera liquidez on-chain. A Flare afirma que o FXRP é a primeira forma de XRP aprovada como colateral em um cofre de empréstimos com curadoria institucional na mainnet do Ethereum.
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