Clima deve pautar produção de açúcar em usinas do Brasil até dezembro, apesar de alta de 21% nos preços

Resumo de mercado por IA
A Reuters relata que as usinas do Centro-Sul do Brasil estão priorizando o clima em detrimento dos sinais de preço, com condições úu0062midas impulsionadas pelo El Niño limitando a capacidade de elevar o mix de açúcar, apesar de uma alta de ~21% em agosto que melhorou a rentabilidade do açúcar em relação ao etanol. Atrasos na colheita e menor concentração de sacarose mantêm mais cana direcionada ao etanol e já reduziram as expectativas de produção de açúcar para abaixo de 40Mt, aumentando o risco de oferta no curto prazo e mantendo o mercado sensível a mais chuvas.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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Processadores de cana no Brasil devem dar mais peso ao clima do que aos preços de mercado ao decidir quanto açúcar ou etanol produzir até o fim da colheita, em dezembro. O tempo mais úmido do que o normal associado a um El Niño forte limita a capacidade das usinas de elevar a produção de açúcar, e a parcela de cana destinada ao açúcar era de apenas 42,5% no início de julho. Embora os futuros de açúcar tenham subido 21% em agosto e a rentabilidade do açúcar esteja cerca de 20% acima da do etanol, o mercado reduziu a projeção de produção no Centro-Sul para abaixo de 40 milhões de toneladas, segundo a StoneX.