Tailândia aprova ETFs locais de bitcoin e ether com início em 16 de outubro
Resumo de mercado por IA
A SEC da Tailândia aprovou ETFs de Bitcoin e Ether no estilo à vista listados localmente, com vigência a partir de 16 de outubro, criando um canal de acesso onshore regulado via a Bolsa de Valores da Tailândia, com regras rígidas de custódia e adequação. Permitir que fundos mútuos e fundos privados invistam (dentro de limites) amplia a demanda doméstica potencial e melhora a legitimidade do mercado. Restrições à alavancagem e a estruturas de wrappers de ETFs estrangeiros moderam as expectativas de fluxos no curto prazo, mas o arcabouço é construtivo para a adoção.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
BTC/USDT+0.97%
Insight de IA · BTC/USDTInsight de IA
▲ Altista
Negociar agora
⚠️ Os insights gerados por IA são baseados em conteúdo de notícias e fornecidos apenas para fins informativos. Eles não constituem aconselhamento de investimento nem representam as opiniões da BingX. Investir envolve riscos. Negocie com responsabilidade.
A Comissão de Valores Mobiliários da Tailândia (SEC) publicou na quinta-feira novas regras que autorizam gestoras locais a lançar ETFs de bitcoin e ether, criando uma via regulada para que investidores tenham exposição a criptoativos por meio da bolsa do país. As normas entram em vigor em 16 de outubro.
Os ETFs de cripto deverão ser negociados na Stock Exchange of Thailand e acompanhar apenas um criptoativo. Pelo regulamento, ao menos 80% do valor patrimonial líquido do fundo precisa estar exposto ao ativo de referência. Nesta etapa inicial, somente bitcoin e ether serão elegíveis, informou o regulador.
Antes da compra, o investidor terá de confirmar que compreende os riscos. Corretoras não poderão conceder crédito aos clientes para a aquisição de criptoativos, e as posições em cripto mantidas pelos fundos deverão ficar sob custódia de instituições reguladas pela SEC tailandesa.
A mudança amplia as alternativas domésticas para o investidor tailandês, reduzindo a dependência de produtos estrangeiros ou de negociação direta de criptomoedas. Até aqui, a Tailândia permitia apenas a investidores institucionais e de alta renda aplicar em ETFs estrangeiros de cripto.
Pelas regras, gestoras de ativos podem terceirizar a gestão de investimentos em cripto a gestores de fundos de ativos digitais licenciados. Custodiantes regulados de ativos digitais e outras empresas qualificadas também poderão se registrar como supervisores de fundos para ETFs de cripto.
A SEC ainda ajustou sua regulamentação para permitir que fundos mútuos e fundos privados invistam em ETFs tailandeses de cripto, respeitando os limites de investimento já existentes. Na fase inicial, o regulador não autorizará estruturas que deem a clientes não institucionais acesso indireto a ETFs estrangeiros de cripto, como recibos de depósito.
A estratégia insere bitcoin e ether no arcabouço tradicional de fundos e bolsa do país, com exigências adicionais de custódia, divulgação e adequação ao perfil do investidor. A medida segue o plano do regulador para 2025 de ampliar a oferta de ETFs além do bitcoin.
A Tailândia teria a maior proporção de usuários de cripto por país, com 20% da população, acima dos 13% dos EUA. O índice também supera Nigéria, Filipinas e África do Sul, que registram cerca de 19,4% de proprietários de criptomoedas, segundo a World.