Strive compra mais 400 bitcoins na semana com captação via ação preferencial

Resumo de mercado por IA
A Strive (NASDAQ: ASST) adicionou 400 BTC, financiados por meio de suas Ações Preferenciais Perpétuas Série A de Taxa Variável (SATA), um mecanismo repetível de emissão de ações at-the-market que paga ~13% em dividendos anualizados. As participações em BTC divulgadas pela empresa subiram de alguns milhares no fim de 2025 para ~19.000–20.000 até meados de agosto de 2026, sinalizando demanda corporativa sustentada. A estrutura evita dívida e pode absorver parcelas significativas da emissão diária dos mineradores.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
BTC/USDT+3.47%
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▲ Altista
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A Strive, Inc. ampliou sua posição em Bitcoin com a compra de mais 400 BTC nesta semana. A companhia, listada na NASDAQ sob o ticker ASST, informou que levantou os recursos por meio de sua ação preferencial perpétua Série A de taxa variável, negociada com o ticker SATA. Lançada em novembro de 2025, a SATA teve uma oferta inicial com demanda acima do esperado, levantando cerca de US$ 149 milhões a US$ 160 milhões em capital inicial. O papel tem valor nominal de US$ 100 e, quando é negociado acima desse patamar, a Strive pode realizar ofertas "at-the-market" para captar novo capital de forma recorrente, sem a estrutura de uma rodada tradicional. O instrumento paga aos detentores um dividendo diário, com taxa anualizada de aproximadamente 13%. No fim de 2025, a empresa mantinha uma posição de Bitcoin na casa de alguns milhares de unidades. Em meados de agosto de 2026, o saldo avançou para algo entre 19.000 e 20.000 BTC. Entre as compras de maior destaque, a Strive adquiriu cerca de 2.500 BTC entre 23 de maio e 1º de junho de 2026, a um preço médio de US$ 74.092 por moeda — um volume que representou bem mais de US$ 185 milhões em aquisições. Em junho de 2026, outros 759 BTC foram incorporados ao caixa. A compra de 400 BTC anunciada agora se soma a esse montante. A Strive atua como gestora registrada e administra ativos superiores a US$ 2 bilhões a US$ 2,5 bilhões. Em vez de recorrer a notas conversíveis ou aumentar endividamento, a companhia estruturou um instrumento de capital preferencial que busca alinhar os incentivos dos investidores com a estratégia de compra de Bitcoin: os detentores recebem o rendimento de 13% e a Strive ganha uma fonte flexível e repetível de captação. Em dias de pico, as compras da empresa teriam superado a quantidade de novos bitcoins gerados pelos mineradores. Com as recompensas atuais por bloco, a mineração produz cerca de 450 BTC por dia.