Coreia do Sul endurece regras para criptoativos e elimina limite mínimo da Travel Rule
Resumo de mercado por IA
A FIU da Coreia do Sul aprovou regras mais rígidas para o mercado cripto, incluindo uma fiscalização mais rigorosa dos acionistas de corretoras, um limite máximo de 200% para a relação dívida/patrimônio líquido e a ampliação da Travel Rule para todas as transferências, sem qualquer limite mínimo. Controles baseados em risco sobre corretoras offshore e carteiras pessoais aumentam os encargos de conformidade e podem reduzir a flexibilidade transacional. Um período de carência de um ano suaviza a disrupção no curto prazo, mas a direção é restritiva para a atividade cripto.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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A Unidade de Inteligência Financeira (FIU) da Coreia do Sul informou, segundo a ChainCatcher com base no veículo local Edaily, que o Conselho de Estado aprovou mudanças no decreto de implementação da Lei de Informações Financeiras Específicas, com foco em apertar a supervisão do setor de criptoativos.
Pelas novas regras, os reguladores farão uma análise mais rigorosa da qualificação de acionistas relevantes das exchanges. As plataformas também passam a ter de manter um índice dívida/patrimônio líquido de, no máximo, 200%.
Outra alteração central envolve a Travel Rule: antes aplicada apenas a transações acima de 1 milhão de won sul-coreanos (KRW), a exigência passa a valer para todas as transferências, sem qualquer limite de valor. Operações com exchanges estrangeiras e carteiras pessoais estarão sujeitas a controles diferenciados com base em risco.
O pacote ainda determina que as exchanges disponham de profissionais qualificados e dos equipamentos necessários, além de estruturar sistemas de controle interno. Para as plataformas já em operação, haverá um período de adaptação de um ano. Parte das medidas entra em vigor em 20 de agosto; as regras relativas à Travel Rule, entre outras, serão plenamente implementadas seis meses depois.