SBI e Solana firmam parceria para stablecoins, ativos tokenizados e pagamentos digitais na Ásia

Resumo de mercado por IA
A parceria da SBI com a Solana Foundation para construir, no Japão e na Ásia, infraestrutura regulada de stablecoin, emissão/liquidação de ativos tokenizados e pagamentos transfronteiriços fortalece a narrativa de adoção institucional da Solana. O empreendimento planejado (rebranding da SBI R3 Japan para SBI Solana Global, pendente de aprovações) tem como alvo stablecoins de iene, títulos/fundos/imóveis tokenizados e serviços voltados à conformidade para instituições financeiras. Embora cronogramas e compromissos de clientes não sejam divulgados, o anúncio pode apoiar, no curto prazo, o posicionamento de SOL em torno do uso de RWA e de pagamentos.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
SOL/USDT+2.16%
Insight de IA · SOL/USDTInsight de IA
▲ Altista
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SBI Holdings e a Solana Foundation anunciaram em 13 de julho um acordo para ampliar serviços de blockchain regulados no Japão e em outros mercados asiáticos, com foco em stablecoins, ativos tokenizados, pagamentos internacionais e infraestrutura para instituições financeiras. A rede Solana será usada como blockchain principal do projeto. Como parte da iniciativa, a Solana Foundation passará a integrar a SBI R3 Japan, hoje composta por SBI Holdings e Sumitomo Mitsui Financial Group. A joint venture pretende adotar o nome SBI Solana Global após a conclusão dos trâmites e aprovações corporativas. Os parceiros não informaram o valor do investimento da Solana Foundation, nem divulgaram metas de receita, volumes de lançamento ou compromissos de clientes. A SBI Solana Global tem como proposta conectar o sistema financeiro regulado do Japão a mercados de blockchain fora do país, reunindo ativos financeiros, estruturas legais e serviços institucionais em uma única rede. Segundo a SBI, a Solana dará suporte a emissão, distribuição e liquidação. Stablecoins em iene e RWAs no centro do plano A empresa planeja suportar stablecoins lastreadas em iene, incluindo a JPYSC, para pagamentos e liquidação on-chain. O escopo também inclui a tokenização de títulos corporativos, commercial paper, fundos de investimento e imóveis. A plataforma deve permitir que emissores administrem ativos desde a criação até a liquidação final. Datas de lançamento não foram informadas. O projeto ainda lista pagamentos cross-border, serviços para instituições financeiras e sistemas de pagamento voltados a agentes de IA entre as frentes de negócios. Cada oferta deverá cumprir as regras japonesas aplicáveis a stablecoins, valores mobiliários, custódia e operações de mercado; alguns produtos podem exigir aprovações específicas antes de serem oferecidos ao público. SBI amplia presença em ativos digitais A SBI já vem expandindo operações reguladas de ativos digitais no Japão. A companhia trabalhou com a Startale em uma stablecoin em iene voltada a pagamentos e mercados tokenizados. A SBI VC Trade também lançou no país a stablecoin RLUSD, lastreada em dólar e emitida pela Ripple, após obter aprovação regulatória. Em paralelo, a SBI planeja adquirir a Bitbank em uma transação de ¥46,7 bilhões, o que adicionaria serviços de negociação, custódia e empréstimos de criptoativos à sua rede. A SBI não confirmou se a Bitbank ou a SBI VC Trade distribuirão produtos da SBI Solana Global. Do lado da Solana, a rede tem atraído maior atividade ligada a ativos tokenizados e liquidação com stablecoins. No trimestre recorde citado no comunicado, foram registrados US$ 5,77 bilhões em volume spot de ativos tokenizados, além de mais de um bilhão de transações semanais não relacionadas a votos. SOL perto de US$ 74 e resistência em US$ 80 No mercado, o token SOL era negociado perto de US$ 74 em 13 de julho, após recuar quase 4% em 24 horas. No gráfico de 4 horas, o movimento formava um padrão de cunha descendente entre linhas de tendência de baixa. O suporte permanecia em torno de US$ 75,40, enquanto a resistência se aproximava de US$ 78,50. Um rompimento acima desse nível pode levar o SOL em direção a US$ 78,60 e US$ 79,60. A faixa de US$ 80 segue como principal barreira, com clusters de liquidação de posições vendidas próximos de US$ 79,50, US$ 80 e acima de US$ 81. Um avanço mais forte por essas zonas poderia abrir espaço para US$ 81,80 e US$ 83,70. Por outro lado, um fechamento abaixo de US$ 75 enfraqueceria a leitura da cunha descendente e poderia expor suportes em US$ 68,75. Uma queda mais profunda recolocaria US$ 62,50 no radar. Para um cenário de recuperação mais consistente, compradores precisariam sustentar US$ 75 e reconquistar US$ 80.