Intesa Sanpaolo corta posição em ETF de Bitcoin em 93,7% e mais que triplica exposição a ETF de Ethereum

Resumo de mercado por IA
As divulgações do 2º trimestre do Intesa Sanpaolo mostram uma forte rotação para longe dos ETFs à vista de Bitcoin (notadamente o IBIT), ao mesmo tempo em que mais do que triplicam a exposição a um ETF à vista de Ethereum com recursos de staking, destacando a mudança de preferência institucional em direção a estruturas de ETH com rendimento. A criação, pela FSA do Japão, de um departamento dedicado a cripto e stablecoins sinaliza uma supervisão mais rígida e mais formalizada. A produção constante da CleanSpark e as maiores reservas de BTC adicionam um contexto incremental de oferta, mas são secundárias em relação aos sinais de posicionamento e regulatórios.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
ETH/USDT+1.94%
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● Neutro
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Em 6 de agosto de 2026 (UTC+8), dados consolidados divulgados pela BBX Cryptorelated Stock Information indicam que o maior banco da Itália, o Intesa Sanpaolo, adotou estratégias bem distintas para ETFs à vista de Bitcoin e de Ethereum no 2º trimestre. O banco reduziu de forma agressiva sua posição em ETF de Bitcoin e ampliou em mais de três vezes a alocação em ETF de Ethereum. Posicionamento institucional — Intesa Sanpaolo Conforme formulário 13F apresentado à SEC dos EUA, em 30 de junho de 2026: • BlackRock Bitcoin Spot ETF (IBIT): a posição caiu de 646.800 cotas no fim do 1º trimestre para 40.700 cotas, recuo de cerca de 93,7%. • ARK 21Shares Bitcoin Spot ETF (ARKB): redução leve, de 3,6076 milhões para 3,4736 milhões de cotas. • BlackRock Ethereum Spot ETF (ETHB): a posição subiu de 116.200 cotas no fim do 1º trimestre para 349.600 cotas, mais que triplicando. O produto conta com mecanismo de staking embutido para capturar recompensas de staking em Ethereum. Regulação A Agência de Serviços Financeiros do Japão (FSA) anunciou a criação de um novo departamento, o "Cryptocurrency and Stablecoin Department", dedicado exclusivamente a temas ligados a criptomoedas e stablecoins. A reestruturação entra em vigor em 7 de agosto, reforçando o foco do regulador japonês na supervisão do setor de ativos digitais. Mineração — CleanSpark A CleanSpark (NASDAQ: CLSK) divulgou dados operacionais e de mineração de Bitcoin, não auditados, referentes a julho de 2026: • Produção: 586 BTC no mês; produção acumulada no ano de 4.310 BTC. • Hashrate: pico operacional de 50 EH/s e média de 38,6 EH/s; ao fim de julho, 230.507 máquinas de mineração estavam implantadas. • Energia: capacidade contratada de 1,8 GW, com uso efetivo de 808 MW. • Reservas de Bitcoin: 13.931 BTC ao fim de julho, leve alta ante 13.924 BTC no fim de junho. No mês, foram produzidos 586 BTC, vendidos 229 BTC no mercado à vista e 350 BTC via exercício de opções de compra (call), a um preço médio de venda de US$ 66.133 por BTC.