Hungria ajusta regras de criptoativos ao marco europeu MiCA
Resumo de mercado por IA
A adoção pela Hungria de regras alinhadas ao MiCA da UE remove fricções de verificação local e elimina certos delitos criminais relacionados a cripto, reduzindo a incerteza regulatória e o ônus de conformidade para provedores de serviços de ativos cripto. O recuo deve melhorar o acesso ao mercado e a eficiência operacional para corretoras, instituições de pagamento e intermediários, apoiando uma atividade onshore mais fluida dentro da estrutura do mercado único da UE. No curto prazo, a manchete é construtiva para o sentimento de risco mais amplo em cripto.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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▲ Altista
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O Parlamento da Hungria aprovou em 31 de julho a Lei XXXVIII de 2026, que entrou em vigor em 7 de agosto, alinhando a regulação local de criptoativos ao arcabouço europeu MiCA. Segundo o Bitcoin.com, a nova norma revogou a exigência nacional que obrigava conversões de criptomoedas a passarem por verificações para operar legalmente.
A lei também retirou do Código Penal dois tipos relacionados a criptoativos: "abuso de criptoativos", com pena de até cinco anos de prisão, e "prestação de serviços de câmbio de criptoativos sem autorização", com pena de até oito anos.
András Gaál, advogado do escritório Schonherr, afirmou que essas previsões contrariavam princípios do mercado interno da União Europeia e se sobrepunham ao MiCA, que passou a valer integralmente em 1º de julho deste ano. Para Katalin Horváth, sócia da CMS Budapest, instituições de pagamento, prestadores de serviços de criptoativos e intermediários que antes estavam sujeitos às obrigações de verificação devem agora iniciar o desmonte desses processos.