ESMA quer ampliar alcance do MiCA para enquadrar acessos a DeFi, staking e empréstimos cripto
Resumo de mercado por IA
As recomendações da revisão da MiCA pela ESMA sinalizam uma possível expansão regulatória para provedores de acesso a DeFi, staking e empréstimos cripto, juntamente com regras de marketing mais rígidas e uma proibição explícita de que empresas reguladas pela MiCA atendam stablecoins não conformes. Os poderes propostos para bloquear sites fraudulentos e congelar ativos aumentam o risco de fiscalização. Embora não vinculante e sem um cronograma, a direção aumenta a incerteza de conformidade e pode pressionar, no curto prazo, intermediários cripto voltados para a UE e produtos focados em rendimento.
Nível de impacto
● Alto
Ativos afetados
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Segundo a GoldNews, em 1º de outubro a Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários e dos Mercados (ESMA) enviou recomendações para a revisão do MiCA, defendendo que pontos de entrada para finanças descentralizadas (DeFi), serviços de staking e operações de empréstimo de criptoativos passem a ser abrangidos pela regulação. Entre as propostas, estão a criação de serviços regulados de criptoativos para provedores de acesso à DeFi; a adoção de exigências proporcionais de divulgação para staking e lending; o endurecimento das regras de marketing de criptoativos, com foco em influenciadores e promoções por terceiros; e a proibição explícita de que empresas cripto reguladas ofereçam serviços ligados a stablecoins que não estejam em conformidade com o MiCA. A ESMA também sugere dar mais poderes às autoridades para identificar, bloquear e derrubar sites fraudulentos, além de congelar criptoativos em casos de suspeita de abuso de mercado ou financiamento do terrorismo. As medidas são apenas recomendações e não representam alterações no MiCA, nem trazem um cronograma de implementação.