ETF de Bitcoin da BlackRock supera fundo S&P 500 da Vanguard desde lançamento em 2024

Resumo de mercado por IA
O retorno acumulado de ~71% do IBIT desde seu lançamento em janeiro de 2024, superando o VOO, destaca um forte apetite por risco e valida os ETFs de Bitcoin à vista como uma via de acesso convencional. Com o IBIT em ~$61,4B em AUM e entradas em agosto acima de $2,8B, a demanda por exposição regulada ao Bitcoin parece resiliente. No curto prazo, a manchete reforça a participação institucional, ao mesmo tempo em que ressalta a maior volatilidade em relação a benchmarks amplos de ações.
Nível de impacto
● Alto
Ativos afetados
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▲ Altista
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Dados da Bloomberg citados pelo analista sênior de ETFs da BlackRock, Eric Balchunas, em publicação no X em 1º de setembro, mostram que o iShares Bitcoin Trust (IBIT) acumula alta de 71% desde sua listagem em janeiro de 2024. No mesmo intervalo, o ETF da Vanguard atrelado ao S&P 500 (VOO) registrou retorno total de 66%. Balchunas classificou a trajetória do IBIT como extremamente volátil, "como uma montanha-russa", em contraste com o movimento bem mais estável do VOO. Em 2024, após uma década de negativas, a Securities and Exchange Commission (SEC) dos EUA aprovou 11 ETFs à vista de Bitcoin, ano em que o IBIT começou a ser negociado. O fundo administra atualmente US$ 61,4 bilhões, liderando o segmento; em segundo lugar aparece o Wise Origin Bitcoin Fund, da Fidelity, com quase US$ 11 bilhões. A BlackRock, que administra mais de US$ 1,5 trilhão em ativos, agitou o mercado cripto ao protocolar, em 2023, seu pedido de ETF à vista de Bitcoin. O produto oferece a investidores tradicionais exposição direta ao Bitcoin e mantém volume diário de negociação superior ao de outros ETFs comparáveis. Nos fluxos, os investidores voltaram aos ETFs em agosto, com aportes acima de US$ 2,8 bilhões entre 17 e 27 de agosto — o maior nível desde que o Bitcoin atingiu sua máxima histórica em outubro do ano passado. O Bitcoin chegou a US$ 81.281 na semana passada e recuou na sexta-feira; no momento, é negociado a US$ 77.539, queda de quase 1% nas últimas 24 horas. No acumulado de um mês, a alta é de cerca de 30%.