BlackRock: correlação do Bitcoin com ações dos EUA perde força e melhora o humor do mercado

Resumo de mercado por IA
A BlackRock destaca a melhora do sentimento em relação ao Bitcoin, juntamente com o enfraquecimento da correlação com as ações dos EUA, reforçando a narrativa de diversificação e de proteção contra risco de cauda. Fortes entradas nos ETFs spot de BTC nos EUA (US$ 853,5 mi na semana passada), lideradas pelo IBIT da BlackRock, sinalizam demanda institucional persistente apesar do desempenho mais fraco no longo prazo. Entradas reportadas mesmo após a divulgação de uma vulnerabilidade no Coldcard sugerem que o foco dos investidores permanece no acesso a ETFs regulados, e não em manchetes sobre custódia.
Nível de impacto
● Alto
Ativos afetados
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▲ Altista
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Segundo a ChainCatcher, com base em reportagem do The Block, Robert Mitchnick, chefe de ativos digitais da BlackRock, afirmou que o sentimento no mercado de Bitcoin apresentou uma melhora clara, embora sutil, ao longo do último mês. Ele destacou que a correlação do Bitcoin com as ações dos Estados Unidos vem enfraquecendo, o que reforça a tese do ativo como instrumento de diversificação de portfólio e proteção contra riscos de cauda. Mitchnick citou o desempenho do Bitcoin durante a forte correção do setor de IA em julho, quando o criptoativo teve performance bem superior, como exemplo desse processo de desacoplamento. Mesmo com o Bitcoin em queda de quase 30% no acumulado do ano e de cerca de 50% em relação a um ano atrás, investidores de ETFs seguem comprando. Na semana passada, os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA registraram entradas de US$ 853,5 milhões, o melhor resultado semanal desde meados de abril. O IBIT, da BlackRock, respondeu por US$ 693,7 milhões (mais de 80%), e o FBTC, da Fidelity, por US$ 116,4 milhões. O analista da Bloomberg Eric Balchunas observou que diversos fundos voltaram a registrar entradas líquidas diárias após a divulgação da vulnerabilidade do Coldcard, afirmando que "é difícil não ver uma relação causal".