Carteira de Bitcoin de 2011 movimenta 100 BTC comprados por US$ 324; valor atual passa de US$ 8 milhões

Resumo de mercado por IA
Bitcoins inativos desde 2011 e moedas provenientes de mineração de 2013 se moveram on-chain, com parte do fluxo direcionada ao custodiante BitGo. Esse tipo de atividade de "moedas antigas" pode elevar o monitoramento no curto prazo de um potencial excesso de oferta, especialmente quando roteado para custódia institucional, o que pode preceder a distribuição. No entanto, o destino da carteira não está marcado como uma exchange e os dados on-chain não confirmam venda, limitando as implicações imediatas para o mercado.
Nível de impacto
● Baixo
Ativos afetados
BTC/USDT-1.13%
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● Neutro
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A ChainCatcher informou que uma carteira de Bitcoin criada em 2 de novembro de 2011 transferiu 100 BTC no bloco 967.732, avaliados em mais de US$ 8 milhões no momento da movimentação. Esses 100 BTC haviam sido comprados a US$ 3,24 por unidade, com custo total de cerca de US$ 324, o que representa um retorno não realizado em torno de 24.690.000%. No mesmo dia, quatro carteiras criadas entre fevereiro e março de 2013 movimentaram 25 BTC cada, somando 100 BTC, com destino ao provedor de custódia cripto BitGo. A análise on-chain aponta que esses bitcoins se originaram de recompensas de bloco de março de 2013; desde agosto de 2025, o minerador vem transferindo de forma recorrente volumes semelhantes de BTC para a BitGo. Somadas, as duas movimentações totalizam 200 BTC, hoje avaliados em mais de US$ 16 milhões. O novo endereço associado à carteira de 2011 é do tipo P2WPKH e não foi classificado por grandes exploradores de blocos como pertencente a um operador OTC ou a uma exchange centralizada. Pelos dados on-chain, não é possível determinar se os fundos enviados pelo minerador de 2013 à BitGo foram vendidos.