Aposta multibilionária do Walmart para substituir trabalhadores por robôs esbarra em ração para cães e caixas de papelão
O Walmart investe há anos bilhões de dólares na automação de armazéns, mas enfrenta gargalos em unidades como a de Brooksville. Os robôs têm dificuldade para pegar de forma estável itens pesados, como ração para cães e perus, além de caixas de papelão comuns, o que mantém cerca de 20% do estoque sob manuseio humano. A empresa planeja abandonar as caixas atuais e adotar modelos mais baixos, que exigem vedação com fita adesiva, custam cerca de US$ 1 por unidade e acrescentam uma etapa ao processo. A Symbotic afirma que a taxa de falhas dos robôs caiu de menos de 10% no ano passado para cerca de 5%.