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Forbes

Uber corta cerca de 10% do quadro de funcionários e inclui gestores na demissão

Resumo de mercado por IA
A Uber está cortando cerca de 10% do quadro de funcionários, sua maior rodada de demissões desde 2020, juntamente com uma diretriz mais rígida de retorno ao escritório que deixa menos de 1% dos funcionários em regime remoto. A medida sinaliza uma renovada disciplina de custos e consolidação operacional em San Francisco e Nova York, mas também ressalta a pressão competitiva de serviços de carona autônoma e de players de robotáxi como Waymo e Zoox. O foco no curto prazo pode se deslocar para margens em vez de resiliência de crescimento.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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● Neutro
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A Uber anunciou que vai demitir cerca de 10% de seus funcionários, no maior corte desde 2020. A empresa também pediu que a “grande maioria” dos empregados remotos volte aos escritórios de São Francisco e Nova York. No futuro, menos de 1% da força de trabalho poderá atuar remotamente e a política híbrida exigirá três dias por semana no escritório. A companhia enfrenta concorrência crescente de serviços de transporte autônomo e robotáxis como Waymo e Zoox, enquanto suas ações recuam cerca de 7,7% no ano e ficam atrás do S&P 500.