6h atrás
Próximo salto do petróleo pode chegar antes do que traders esperam
O texto afirma que o entendimento entre Estados Unidos e Irã sobre a navegação no Estreito de Hormuz é apenas um memorando que estabelece um quadro de negociação até o fim de agosto, sem avanço substantivo. Segundo a reportagem, o Irã ainda busca algum tipo de controle permanente sobre a passagem, incluindo a cobrança de “taxas de serviço”. Com os estoques globais de petróleo (fora da China) em mínimas de várias décadas, a capacidade de amortecer novos choques ficou quase esgotada. Ainda que o mercado aposte em recuperação de volumes no terceiro trimestre e em Brent a US$ 60 por barril no fim do ano, a baixa reserva torna os preços muito sensíveis a qualquer recaída geopolítica.
6h atrás
7-3
Citi vê Brent caindo para US$ 60 o barril até o fim do ano com normalização do tráfego em Hormuz
O Citigroup avalia que o Brent pode recuar para US$ 60 por barril até o fim deste ano, à medida que o tráfego no Estreito de Hormuz se normalize e os EUA e o Irã avancem para um acordo. O banco também cita a demanda fraca de importação na China e a alta da oferta spot do Oriente Médio, o que enfraqueceu os preços físicos e fez a redução de estoques ficar abaixo do esperado. Em paralelo, o Goldman Sachs projeta excedente global de cerca de 3 milhões de barris por dia (bpd) em 2025. O Morgan Stanley, por sua vez, cortou suas projeções de preço do petróleo para os próximos 18 meses.
7-3
7-1
Possível aperto de oferta ligado ao Irã pode derrubar o petróleo para menos de US$ 40 por barril
O texto afirma que o conflito no Irã já causou danos severos à infraestrutura no Oriente Médio, dificultou a navegação no Estreito de Hormuz e reduziu as margens de segurança de estoques nos EUA, com risco de falta de gasolina em julho. O autor argumenta que uma contração efetiva da oferta global pode aprofundar a recessão e derrubar a demanda, pressionando os preços para abaixo de US$ 40 por barril, em paralelo a 2020. Também menciona interrupções nas exportações de GNL do Catar, o que ampliaria a ruptura na cadeia de energia.
7-1