9h atrás
Petróleo sobe após EUA atacarem petroleiros iranianos e elevar risco no Estreito de Hormuz
Após ações dos EUA contra petroleiros iranianos, aumentaram os temores de interrupção de oferta no Estreito de Hormuz, levando o WTI a US$ 91.05 e o Brent a US$ 95.68. Desde a retomada das hostilidades, os dois referenciais acumulam alta de cerca de US$ 5. Dados da API apontaram queda de 2.6 million barrel nos estoques de petróleo dos EUA, enquanto outros 3.1 million barrels foram retirados da Strategic Petroleum Reserve para apoiar os estoques comerciais.
9h atrás
8-14
Traders de petróleo reprecificam risco em Hormuz com piora das projeções de demanda
Os estoques comerciais de petróleo bruto dos EUA subiram inesperadamente 17,4 milhões de barris na semana encerrada em 7 de agosto, contrariando a expectativa de queda de 1,4 milhão de barris, e o total avançou para 424,4 milhões de barris, o maior nível desde o início de junho, segundo dados da EIA. Ao mesmo tempo, projeções foram revisadas para baixo para 2026, com estimativa de redução de 1,6 milhão de barris por dia na demanda global, pior do que o cenário anterior. Apesar de o prêmio de risco geopolítico permanecer, o WTI ainda acumula alta semanal de 5,33%, para US$ 81,19 por barril. Com o desequilíbrio entre oferta e demanda ganhando peso, o mercado passou a ver maior pressão sobre os preços à frente.
8-14
7-30
Glencore projeta lucro de US$ 3,3 bilhões na trading com volatilidade do petróleo na guerra no Irã
A Glencore espera registrar um EBIT ajustado de cerca de US$ 3,3 bilhões em sua divisão de marketing no primeiro semestre, o maior nível já visto para o período. A empresa atribui o resultado à volatilidade extrema dos mercados durante a guerra no Irã, que abriu oportunidades de arbitragem para traders de energia. Em 2022, a companhia havia alcançado seu maior EBIT anual de marketing após a invasão russa da Ucrânia redesenhar os fluxos de energia. A prévia deve ser detalhada na divulgação de resultados do semestre prevista para a próxima semana.
7-30
7-17
Petróleo caminha para alta semanal de 12%, maior desde abril, com escalada da guerra com o Irã
A escalada do conflito entre EUA e Irã levou as forças americanas a realizarem ataques aéreos por seis noites seguidas e, na quinta-feira, a atingirem e inutilizarem um petroleiro sancionado próximo à Ilha de Kharg, no Irã. O tráfego no Estreito de Hormuz está próximo de ser interrompido, enquanto cresce o risco de bloqueio da rota do Mar Vermelho pelo Bab el-Mandeb por forças houthis alinhadas ao Irã. O Brent acumula alta semanal de 12% e era negociado a US$85.06 por barril, enquanto o WTI estava em US$79.88. Nos EUA, os preços da gasolina podem superar US$4 por galão no curto prazo.
7-17
7-8
Próximo salto do petróleo pode chegar antes do que traders esperam
O texto afirma que o entendimento entre Estados Unidos e Irã sobre a navegação no Estreito de Hormuz é apenas um memorando que estabelece um quadro de negociação até o fim de agosto, sem avanço substantivo. Segundo a reportagem, o Irã ainda busca algum tipo de controle permanente sobre a passagem, incluindo a cobrança de “taxas de serviço”. Com os estoques globais de petróleo (fora da China) em mínimas de várias décadas, a capacidade de amortecer novos choques ficou quase esgotada. Ainda que o mercado aposte em recuperação de volumes no terceiro trimestre e em Brent a US$ 60 por barril no fim do ano, a baixa reserva torna os preços muito sensíveis a qualquer recaída geopolítica.
7-8
7-3
Citi vê Brent caindo para US$ 60 o barril até o fim do ano com normalização do tráfego em Hormuz
O Citigroup avalia que o Brent pode recuar para US$ 60 por barril até o fim deste ano, à medida que o tráfego no Estreito de Hormuz se normalize e os EUA e o Irã avancem para um acordo. O banco também cita a demanda fraca de importação na China e a alta da oferta spot do Oriente Médio, o que enfraqueceu os preços físicos e fez a redução de estoques ficar abaixo do esperado. Em paralelo, o Goldman Sachs projeta excedente global de cerca de 3 milhões de barris por dia (bpd) em 2025. O Morgan Stanley, por sua vez, cortou suas projeções de preço do petróleo para os próximos 18 meses.
7-3
7-1
Possível aperto de oferta ligado ao Irã pode derrubar o petróleo para menos de US$ 40 por barril
O texto afirma que o conflito no Irã já causou danos severos à infraestrutura no Oriente Médio, dificultou a navegação no Estreito de Hormuz e reduziu as margens de segurança de estoques nos EUA, com risco de falta de gasolina em julho. O autor argumenta que uma contração efetiva da oferta global pode aprofundar a recessão e derrubar a demanda, pressionando os preços para abaixo de US$ 40 por barril, em paralelo a 2020. Também menciona interrupções nas exportações de GNL do Catar, o que ampliaria a ruptura na cadeia de energia.
7-1