6h atrás
Petróleo agrava pressão de oferta e WTI atinge US$ 106,31
O WTI subiu US$ 4,93 para US$ 106,31 e alcançou o maior nível desde maio, acumulando alta em 11 dos últimos 12 pregões. O movimento é atribuído a um aperto na oferta, com a tubulação de reserva da Arábia Saudita fora de operação e reparos estimados entre três e seis semanas ou mais, além da suspensão de carregamentos em um porto no Mar Vermelho. No mercado de juros, o rendimento do Treasury de 10 anos dos EUA tocou 5,04%, o maior patamar desde 2007.
6h atrás
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Petróleo sobe para máxima de quase seis semanas com escalada do conflito entre EUA e Irã
O Banco Central da Nova Zelândia elevou a taxa em 25 pontos-base para 2.75%, e o presidente afirmou que as condições monetárias ainda seguem acomodatícias. Na Austrália, o PIB do 2º trimestre cresceu 0.4% na comparação trimestral, acima do esperado, mantendo em foco a possibilidade de nova alta de juros em setembro. No Japão, o presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, sinalizou novas altas, mas alertou para os riscos acumulados, enquanto o diretor Hajime Takata defendeu ajustes ágeis diante do risco de inflação mais alta.
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Executivos da FedEx dizem que não houve “destruição de demanda” e destacam alta de dois dígitos com IA e data centers
Na teleconferência de resultados mais recente, a FedEx afirmou que a demanda por frete não mostrou sinais de “destruição de demanda” e que a receita nos segmentos mais premium vem crescendo com força. Executivos disseram que recomposição de estoques e volumes ligados a data centers de IA estão impulsionando crescimento de receita em dois dígitos. A empresa também apontou IA e data centers como um novo motor emergente de alto crescimento. O sinal é visto como indicativo de resiliência da economia real nos EUA e no mundo, com confiança corporativa e disposição para capex em patamar elevado, favorecendo a cadeia de infraestrutura de IA e ativos de risco.
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