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Reformas do CBN reduzem influência do câmbio paralelo sobre a naira, com reservas acima de US$ 50 bilhões
As reformas do Banco Central da Nigéria (CBN) no mercado de câmbio — como a unificação de janelas de taxa, maior transparência e supervisão — vêm estreitando a diferença entre as cotações oficial e paralela, reduzindo arbitragem e especulação. A maior liquidez no mercado oficial, combinada a entradas de capital estrangeiro e à alta das reservas externas para acima de US$ 50 bilhões, tem sustentado a recuperação da confiança na naira. Apesar do avanço, analistas avaliam que a melhora ainda é frágil e depende de ganhos estruturais, como maior produção de petróleo, mais exportações e atração de capital de longo prazo.
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Inflação de alimentos na Nigéria sobe a 17,52% em junho de 2026 e força consumidores a comprar menos e pagar mais
A inflação de alimentos na Nigéria subiu para 17,52% em junho, enquanto o CPI geral recuou levemente para 15,91%. Com o custo de itens básicos pressionando o orçamento, consumidores têm migrado para compras diárias, embalagens menores e substitutos mais baratos, rebaixando a dieta. Como alimentos representam mais da metade do índice, sobra menos renda para saúde, educação e outras despesas. Custos elevados de logística, infraestrutura frágil e riscos no transporte seguem sustentando preços altos e ampliam a pressão sobre o câmbio da naira e ativos ligados ao consumo doméstico.
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